terça-feira, 24 de março de 2009

A revanche


( Tentei mudar o texto de baixo,deixa-lo mais poetico, mas num deu muito certo, ando em crise, e olha que num foi a lua cheia que deixou calada)


Você me deu a mão, falou coisas sobre o paraíso, lembra dele aquele quenunca me foi prometido amanha somente hoje, e como eu o amo.
Sussurrou palavras encantadas...
Mas talvez como você sempre disse o problema está nos meus olhos possessivos, em meu jeito de amar. Talvez quem sabe, só sei que sou assim e mesmo sendo assim você voltou. E para que se era ele assim tão estranho e aloprado.
A chaleira chia na cozinha ela vem me contar poemas do fundo das bromelias, ela me diz que assim como eu ela também quer chá, também quer chá, chá de sumiço.
Enquanto encho a xícara, penso no texto que está inacabado na rede, forço me a muda-lo, o peixe dá um pulo para fora do aquário. Pobre Dourado se suicidou, não faço nada é de seu livre direito fazê-lo, antes de morrer escreveu no limo de suas pedras, "Você sempre me olhou possessivamente".
Não entendi talvez fosse culpa do gato, do armário dos marinheiros.
Talvez pelo fato de eu ser uma criança mimada.
Gozado nahum, você vem e me diz, mas sempre volta, sempre volta para essa criança mimada e de memoria esperta.
Você fala que encheu o saco, quando no final das contas segundo minha memória esperta seria o contrário.
Voê diz que eu tenho sentimento de posse, natural querer ver quem se ama, e saber por que o filho da puta sumiu sem deixar rastros, ou de que como não se tira fotos e etc, etc.
Até pensei em coisas que somente a chaleira vai saber...
Mas uma coisa é certa, Montei uma arma humana, recheada de palavras com pólvora até o talo.
O gatilho tá armado.Vou atirar na tua alma.
Minhas palavras vão esfacelar teu crânio e você vai sentir o que eu senti.
Por que o que eu quero é a tua atenção. Isso não quer dizer POSSE.
De nada me adiantaria uma arma com munição de aço, se depois que eu atirar, você nunca iria saber o que eu senti.
O que eu quero é acabar com essa tensão.
O gatilho tá armado.

Por que eu tentei juro que eu tentei, mas esse é meu jeito de amar, e o mais engraçado é que somente você leãozinho, pensa assim.
Talvez eu esteja sendo precipita dizendo que não gosto mais, mas fazer o que, quando a dor é maior que o amor, as coisas mudam.
Queria realente que as coisas dessem certo, mas paciência, talvez nunca devessemos ter cruzado a linha, talvez sim talvez nahum.
O que importa é que ultimamente tenho andado decidida, coisa de criança mimada sabe.
Por que o que eu quero agora é ser eu, mesmo que me revele possessivae cheia de caprichos, aprendi a ser sarcástica, a falar o que eu quero sem medo.
E olha não foi a lua cheia que me deixou calada, foram os atos dos humanos...

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