quarta-feira, 11 de março de 2009


A lebre verde saiu de sua toca, hoje a lebre verde estava fantasia da de humano, era uma fantasia de menino, cabelo curto calça jeans e blusa comum, havia ainda um belo sorriso estampado. Da forma como estava vestida poderia ir a qualquer lugar.
Antes de sair olhou e verificou se havia alguém por ali, ninguém.
Saiu sacudiu a terra dos pés e foi procurar algo para comer.
Avistou uma lanchonete, antes de pedir verficou novamente se alguém a observava, ninguém. Olhou no fundo do olho da vendedora e pediu um croassant de frango, e um refri de cola. Pagou e foi se sentar. Comeu como se houvesse dias que não mastigava nada.
Quando ia se levantar avistou algo suapeito, uma humana que andava de forma estranha, ela ia se aproximando cada vez mais, até que se sentou perto do coelho verde.
Encostou a boca em sua orelha e susurrou: Quase não te reconheci!
O coelho verde ficou impressionado ao constatar que aquela que ali estava, era uma antiga amiga.
Conversaram amenidades, até que descobriram que haviam saído da toca pelo mesmo motivo, capturar humanos para fazerem disfarces com seu couro.
Decidiram que juntos conseguiriam mais facilmente.
Iriam ficar ali conversando até que aprecesse um especime digno.
O ponteiro maior do relógio iria iniciar sua terceira volta, quando avistaram um belo rapaz, porte altivo. Ele iria servir perfeitamente.
A coelha o olhou e piscou um olho, levantou e foi andando em sua direção, perguntou se podia se sentar, o humano fez que sim com a cabeça e começaram a conversar.
Ela partiu para o ataque e tocou de leve sua perna com o pé esquerdo, em troca recebeu um olhar convidativo.
O pé subia e descia, ela pegou um guardanapo e escreveu algo nele, o rapaz riu e a tomou pela mão. Antes de irem ela olhou para trás e piscou um olho para o ortro coelho.
Sem chamar a atenção ele começou a segui-los.
Quando estavam quase chegando no carro do humano, a coelha mordeu no nervo de seus pescoço, desmaiou na hora, ela e o outro coelho o colocaram dentro do carro e rumaram para a entrada da toca.
Quando tiveram certeza que ninguém os olhava o jogaram para dentro da toca e sumiram logo em seguida.

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