
E pensar que você nunca escreveu nada para mim
E agora enche cada poro de seu ser com odes para fantasmas encarnados E saber que eu sabia que sonetos para mim não cabiam não cabiam
mas eu aprendi a relevar paciência, se você nã oescreve para mim ou sobre mim.
Eu escrevo
Eu escrevo
Me ponho no pedestal
Me venero
Compro flores,
Compro bombons
E assim vou me enchendo de prosa e poesia,
porque baby eu sou mais eu...

3 comentários:
Às vezes eu também...
mas só pra descobrir que é por pouco tempo que a gente aguenta se auto-venerar...é pra isso que existem os santos, os poetas, as estrelas de rock...rs
gosto da sua poesia de parede e porta de banheir - essa que desenha receitas caóticas a giz...outro dia te procurei e lembrei que você não existe, que explodiu como todo mundo explode a cada segundo, bolha de sabão que somos...
Você me procurou...
Mas eu ainda existo, agora eu existo.
Poesias de parede que dizem sempre pensamentos entre linhas, que as pessoas não enxergam, acham que são para o nada, quando na realidade são o que são, e nunca foi para o nada!
é que você de antes não existe mais desapareceu e eu tb desapareci
migramos para o país onde tudo é eterno: a memória...
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