quinta-feira, 2 de abril de 2009

Eu me ...


E pensar que você nunca escreveu nada para mim
E agora enche cada poro de seu ser com odes
para fantasmas encarnados E saber que eu sabia que sonetos para mim não cabiam não cabiam
mas eu aprendi a relevar paciência, se você nã oescreve para mim ou sobre mim.
Eu escrevo

Eu escrevo

Me ponho no pedestal
Me venero

Compro flores,
Compro bombons

E assim vou me enchendo de prosa e poesia,

porque baby
eu sou mais eu...

3 comentários:

Maria Cláudia S. Lopes disse...

Às vezes eu também...
mas só pra descobrir que é por pouco tempo que a gente aguenta se auto-venerar...é pra isso que existem os santos, os poetas, as estrelas de rock...rs
gosto da sua poesia de parede e porta de banheir - essa que desenha receitas caóticas a giz...outro dia te procurei e lembrei que você não existe, que explodiu como todo mundo explode a cada segundo, bolha de sabão que somos...

Um amigo imaginário para Lucy disse...

Você me procurou...
Mas eu ainda existo, agora eu existo.
Poesias de parede que dizem sempre pensamentos entre linhas, que as pessoas não enxergam, acham que são para o nada, quando na realidade são o que são, e nunca foi para o nada!

Maria Cláudia S. Lopes disse...

é que você de antes não existe mais desapareceu e eu tb desapareci
migramos para o país onde tudo é eterno: a memória...